Escrivaninha de F. Pessoa.
Casa Museu Fernando Pessoa (by Miguel H. Carriço)
Fernando Pessoa
(Source: laprospettivadime, via laprospettivadime)
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
— Fernando Pessoa (via larilena)
Criado na África do Sul, o poeta português teve o inglês como segunda língua. Seus primeiros poemas foram publicados em inglês. O primeiro livro em português só sairia uma década depois.
A popularidade de Pessoa só ocorreu após sua morte. Pessoa morreu em 1935, mas sua poesia só despertou o interesse do público a partir da década de 1940. Seus poemas só foram traduzidos para outros idiomas depois de sua morte.
O poeta era muito amigo de outros dois grandes nomes da poesia portuguesa: Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro. Trocou intensa correspondência com Sá-Carneiro, que só foi interrompida após o suicídio do amigo.
Coisa que Pessoa não conseguia ver era um lápis sem ponta. Antes de escrever, ele costumava apontá-los. Consta que o grande poeta português também mantinha o hábito de só escrever em pé. Além disso, Fernando tinha gosto pela astrologia. Místico, ele tinha mania de fazer mapas astrais dos amigos, parentes, conhecidos e até de personalidade históricas.
Numa visita a Portugal, o maior desejo da poetisa brasileira Cecília Meireles era conhecer Fernando Pessoa. O poeta, porém, não compareceu ao encontro e deixou Cecília na espera por quase duas horas. Ao voltar ao hotel, ela topou com um livro e uma carta de Pessoa. Nele, o gênio português pedia desculpas por não ter ido ao encontro. O motivo? Os astros diziam que os dois não podiam se encontrar naquele dia.
(Source: hierophant.com.br)
(via anunperfect)
(via anunperfect)
Trapos somos, trapos amamos, trapos agimos — Que trapo tudo que é este mundo! — Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)
F. P.